sábado, 5 de novembro de 2016

FRA

https://books.google.pt/books?id=a8bwqLnnLdQC&lpg=PA41&dq=Forward%20Rate%20Agreement&hl=pt-PT&pg=PR5#v=onepage&q&f=false

domingo, 24 de julho de 2011

EDP e RWE: casamento anunciado

A comunicação social, anda a anunciar, que o Governo quer alemães a controlar EDP, entenda-se que a Parpública vai vender ao grupo de energia alemã RWE (que opera nas áreas da electricidade e do gás) o bloco de acções da EDP ainda nas mãos do Estado português.

E pode? E as entidades que superintendem a concorrência, em Portugal e na Comunidade, não são ouvidas nem achadas?
E a CMVM é um verbo de encher?
E os interesses dos accionistas minoritários são desprezados?
Isto não é um jornalismo pechisbeque: é um jornalismo de caca.

sábado, 2 de julho de 2011

EDP - a noiva com quem todos querem casar ou a noiva que todos querem comer?

A Eletrobras, do Brasil, a Sonatrach da Argélia e a IPIC dos Emirados Árabes Unidos são os mais recentes pretendentes à mão da nossa EDP. Além dos consabidos e já consagrados: EDF (França), E.ON (Inglaterra), ENEL (Itália), RWE (Alemamha) . A espanhola IBERDROLA, em tempos, pensou fundir-se à EDP. Desistiu da ideia dada a oposição das entidades reguladoras de Portugal e de Espanha.
O negócio pode render ao Estado muitos milhões de Euros.

A EDP vai entrar em curto-circuito e a cotação vai explodir. Só não sei quando.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Galp dispara mais de 9%

A Galp brilha em Lisboa depois de o BG Group ter duplicado a sua estimativa para as reservas na Bacia de Santos, no Brasil.
As acções da petrolífera avançavam 7,64% para 16,63 euros, mas já estiveram a disparar 9,8%. Na base desta pressão compradora está a revisão em alta, para o dobro, das estimativas do BG Group para as reservas petrolíferas na Bacia de Santos, no Brasil. Dois terços do valor actual da Galp devem-se às reservas de petróleo no Brasil, onde a companhia opera em parceria com a Petrobras e a BG Group.

(Económico, 30/06/2011)

Até que enfim. Tinha a certeza que a Galp iria explodir.
Começou a festa. E vamos ver até onde ela vai.
O céu é o limite.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Valor da Galp - Take II

A Bacia de Santos, onde a Galp Energia detém participações em vários vários blocos (4 no total), poderá ter 123 mil milhões de barris de petróleo, de acordo com um estudo hoje divulgado no Brasil.
Esta previsão mais que duplica as estimativas oficiais do governo brasileiro.

Quem tem interesse em esconder da opinião pública a verdadeira dimensão das reservas em petróleo da Bacia de Santos?

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Valor da Galp

A Bernstein, consagrada consultora financeira inglesa, explica que "ao incorporar uma média de 'net present value' de 7 dólares por barril e ao incluir estimativas de produção para os poços Iara, Caramba, Bem-te-vi e Jupiter, o 'earnings value' do 'upstream' atinge 10,54 Euros, quase a totalidade do valor da Galp".
A Bernstein antecipa uma subida do preço do petróleo para 90 dólares por barril em 2011 e para 102 dólares em 2012.  O preço do gás deverá aumentar de 5,5 dólares para 7 dólares por cada mil metros cúbicos.
O petróleo está a cotar, hoje, a USD 91,5400. E o Brent do Mar do Norte está quase nos 100 dólares (como são cautelosos estes ingleses!)

domingo, 16 de janeiro de 2011

GALP - Jogo Viciado

Salvo erro ou omissão, a ENI é a segunda petrolífera mais endividada do mundo (a 1.ª é a Petrobrás) e por isso está pressionada pelas condições conjunturais actuais a vender a participação de 33,4% que detém na Galp para realizar vultuosas mais-valias e compor o rácio activos/endividamento. Com isso irá ter acesso ao crédito bancário em condições mais vantajosas.

Mas não está disposta a vender a qualquer preço. Ela sabe que o preço do crude vai subir. E que ao subir o preço do crude sobe o valor da Galp com RESERVAS PROVADAS só em Tupi de 830 milhões de barris de altíssima qualidade.

 “Não temos pressa para vender, a empresa continua a ganhar valor e acredito que vai continuar assim no futuro”.

Isto, descodificado, quer dizer rigorosamente o seguinte: não vendemos a participação que temos na Galp de forma condicionada e fora das condições de mercado.

O Estado, através da CGD com apenas 1% das acções, está a ditar as regras do jogo: diz quem pode e quem não pode comprar essa participação e diz em que condições pode a Sonangol comprar. Só falta mesmo ser o Estado a fixar o preço.